Tenho me interessado bastante por esse assunto (idolatria). Norma, entendo que seria interessante você pesquisar sobre a diferença da codependência e a dependência emocional. Penso que, neste caso, se aplique mais a segunda.
Oi, Jéssica! Na verdade, teologia e psicologia são áreas diferentes e eu não pretendia fazer uma equivalência rígida entre termos, apenas uma leve aproximação. Talvez eu devesse ter escrito, para ficar mais claro: “em suas formas mais graves, aproxima-se do que a psicologia descreve como codependência”. Afinal, o que eu descrevo — transferência de identidade, encolhimento diante do outro, tolerância ao abuso, autodestruição relacional — frequentemente evolui para dinâmicas codependentes. Mas obrigada pela observação!
Aguardando a continuação!
Tenho me interessado bastante por esse assunto (idolatria). Norma, entendo que seria interessante você pesquisar sobre a diferença da codependência e a dependência emocional. Penso que, neste caso, se aplique mais a segunda.
Oi, Jéssica! Na verdade, teologia e psicologia são áreas diferentes e eu não pretendia fazer uma equivalência rígida entre termos, apenas uma leve aproximação. Talvez eu devesse ter escrito, para ficar mais claro: “em suas formas mais graves, aproxima-se do que a psicologia descreve como codependência”. Afinal, o que eu descrevo — transferência de identidade, encolhimento diante do outro, tolerância ao abuso, autodestruição relacional — frequentemente evolui para dinâmicas codependentes. Mas obrigada pela observação!
Eu quem agradeço ❤️ e até me envergonho por haver me detido mais à uma observação do que à essência do texto, que me edificou tanto.
Imagina, pode fazer observações sim! Leitores inteligentes me ajudam a refinar o pensamento 🥰
🥰
Interessante pensar em idolatria como algo possível em uma relação desbalanceada com o outro.